sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Férias! Parte 5 - Porto de Galinhas/PE Dia 5

Depois de passar o dia curtindo e amando Maragogi, pegamos a estrada para Porto de Galinhas/PE.

A nossa intenção era de aproveitar a noite de Porto e, no dia seguinte, curtir um pouco da praia. E foi exatamente o que fizemos. 
Chegamos em Porto logo depois das 16 horas e demos uma olhada pela cidade. Depois de decidir que realmente queríamos passar a noite lá, fomos em busca de um hotel. Alguns hotéis de Porto de Galinhas são bem em conta, mas quando não se tem reserva antecipada (preço em torno de R$ 100,00) e chega no balcão em busca de vaga, eles metem a mão (preço em torno de R$ 200,00), isso para hotéis sem muito luxo.
Depois de rodar um pouco pela entrada da cidade, localizamos o hotel Beira Mar. Não tiramos fotos do hotel, mas gostamos bastante das acomodações. Pagamos R$ 180,00 na diária para casal.
Depois de nos instalarmos, fomos para a rua principal da cidade, onde tem de tudo. Restaurantes, pizzarias, bares, caixas eletrônicos e etc.



Dependendo da maré, para ir até as piscinas naturais, pode ir a pé mesmo. Não precisa de barco nem jangada nem nada do tipo.
A ida até as piscinas é controlada. A área é protegida ambientalmente. Esse controle se deu por culpa dos turistas mesmos. Nos contaram que antigamente, quando não havia esse controle, as pessoas levavam bebidas, protetor solar e uma série de coisas que contaminavam as piscinas. A maioria não tem corrente e a água parada contaminada com esses produtos acabava por matar as peixes. 
Agora, é necessário pegar uma fila e o tempo de permanência é de 30 minutos. Em apenas uma piscina é permitido o banho, pois é a única que tem água corrente. Ainda assim, não é aconselhável para quem não sabe nadar, já que é bastante funda.






Depois que voltamos, permanecemos na água, onde é permitido. Na maré baixa, o mar fica como uma piscina: raso e transparente. Aproveitamos alguns momentos ali, enquanto a maré não subia...



Não há muito o que se fazer em Porto de Galinhas. A maioria dos passeios de bug vão para Maragogi, e para quem veio de lá, isso não é uma boa opção.
Nos falaram do Projeto Hippocampus, que preza a conservação do cavalo marinho. Tentamos ir lá após a manhã na praia, mas quando chegamos estava fechando para o almoço. Só reabriria duas horas mais tarde e pretendíamos ir embora logo após o almoço.
Almoçamos no restaurante Churrasco Gaúcho, que tinha rodízio de carnes a R$ 32,90 por pessoa, além de serviço de buffet.
Após o almoço, com as nossas coisas já no carro, pegamos a estrada de volta para Maceió, mas antes passamos em Maragogi de novo, para um último mergulho...

Chegamos em Maceió já no fim do dia. Tomamos um banho e saímos para jantar no Imperador dos Camarões. Confesso que queria ter ido lá desde a última vez que estivemos em Maceió. A comida é espetacular, e o preço é justo. Mas o atendimento não foi dos melhores. Apesar de ser baixa temporada, o lugar estava lotado e os garçons demoravam a vir até a mesa. Fora isso, o jantar foi ótimo...

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Férias! Parte 4 - Maragogi/AL Dia 4

Dia 04/11/2014.
Esse definitivamente foi o melhor dia. Quando chegamos no hotel, no dia anterior, ficamos de olho na tábua de marés. Tínhamos a intenção de ir para Maragogi, mas ainda estávamos investigando o melhor dia. 
Então, antes de irmos para o jantar no dia 03, a moça da recepção do SESC nos informou que todas as noites ia no hotel uma empresa que realizava passeios para Maragogi e que eles estariam lá após o jantar.

Quando voltamos do jantar, encontramos o pessoal lá e descobrimos que teria um passeio para Maragogi no dia seguinte, e combinamos de acompanhar o pessoal da van, já que estávamos de carro. Integraríamos o pessoal do passeio na barca que levaria até as piscinas naturais.
No dia seguinte, as 6 da manhã, estávamos todos preparados para seguir em um comboio para Maragogi.


Cobrimos a distancia de 120km antes das 8. 
O comboio nos levou até um ponto de apoio, um restaurante chamado Frutos do Mar. O café da manhã custava R$ 5,00 por pessoa e era a vontade


Mal tomamos o café e já tivemos que correr para o catamarã (barco que ia nos levar para as piscinas) pois "a maré não espera por nós", era o que dizia o guia. E ele tinha razão. Tivemos que ir cedo, do contrário, jamais teríamos visto o que vimos. Alugamos máscaras de mergulho a R$ 10,00 e corremos para o barco. Para pegar esse barco, o custo é de R$ 65,00 por pessoa e ele nos leva até as piscinas naturais, a uma distância de 5,3km da praia, mar adentro.



No caminho para as piscinas, o guia nos informou que poderíamos fazer o mergulho com cilindro e guia, a um custo de R$ 100,00 por pessoa. Ganharíamos o CD com as fotos do mergulho.
Precinho bem salgado, mas como nunca fizemos nenhum mergulho, resolvemos encarar a experiência.


Antes do mergulho propriamente dito, eles fazem um teste rápido para ver se a pessoa está apta para o mergulho. Eles consideram esse teste imprescindível, já que a pessoa não precisa ter experiência para mergulhar. O Lucio achou que eu não conseguiria mergulhar, pois eu não sei nadar e tenho pavor de tubarão rsrsrs. Lá não tem tubarão gente! Mas eu sou medrosa mesmo. 

Passamos no teste e fomos ao mergulho! Sensacional! 
 


As coisas que vimos lá embaixo são indescritíveis! Claro que as fotos jamais poderiam mostrar o mesmo que nós vimos, mas dá para se ter uma idéia...
Essas fotos abaixo foram tiradas de um vídeo gravado pelo Lucio, com a nossa câmera.










O mergulho dura em torno de de 40 minutos e não atinge águas mais profundas do que 7 metros. No nosso caso, acho que não atingimos nem 5 metros de profundidade. Eu não apavorei lá embaixo. Os guias ensinam gestos que você pode fazer durante o passeio, para pedir para subir. A todo momento eles gesticulam, perguntando se está tudo bem. Se você responder que sim, o passeio continua. Se responder que não, eles puxam uma cordinha presa ao colete que você vestiu, o colete infla e você estará na superfície em 3 segundos. Super seguro e tranquilo.
Nós adoramos o mergulho e consideramos que valeu cada centavo gasto. O tempo não foi curto, foi o suficiente. E foi tudo muito lindo...
A ida até as piscinas naturais em si já valia a pena, sem o mergulho. Quem tiver medo ou grana curta realmente vai se divertir do mesmo jeito. O local realmente vale a pena e nem tem risco de ir e não curtir, já que o catamarã só sai se a maré estiver boa.
Depois do mergulho, aproveitamos um pouco das piscinas e voltamos para a praia. 

A infra-estrutura do restaurante é maravilhosa. Cadeiras para tomar sol perto do mar, serviço nas mesas, redes para descanso, chuveiros, comida maravilhosa... Lugar perfeito para se passar o dia...


  




Relaxamos e curtimos demais nesse lugar. Super indico Maragogi para quem quiser! E ficou anotado, que pretendemos voltar lá assim que possível. Nossa programação só incluía passar o dia, e não ficamos mais do que isso. Logo depois do almoço, descansamos um pouco e pegamos a estrada novamente, dessa vez, para Porto de Galinhas/PE.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Férias! Parte 3 - Praia do Gunga Dia 3

No dia 03/11/2014, resolvemos ir para a Praia do Gunga. Já estávamos bem descansados, e poderíamos rodar tranquilamente os 50km que nos separavam do SESC até a praia.

Rodamos um pouco da cidade antes. Passamos por algumas praias e pelo centro.







Chegamos na praia bem cedo. Sentamos a beira mar e logo o Lucio foi mergulhar. 
 
Esqueceu que estava de óculos e mergulhou com ele. Quando subiu, o óculos ficou na água. Já era. A praia do Gunga é uma das poucas que tem o mar agitado e a água não é quase transparente. Logo ali, não tinha como procurar.
Não nos apegamos a isso, e resolvemos curtir.



Resolvemos alugar o quadriciclo novamente. Há dois anos, quando fomos a essa praia, o passeio custava R$ 70,00. Dessa vez, pagamos R$ 90,00 (R $ 45,00 por pessoa) por um passeio de uma hora. O Lucio guiou o quadriciclo e um guia foi adiante. Havia a possibilidade do bug, que custava R$ 40,00 por pessoa. Mas no bug não poderíamos guiar. 


O passeio nos levava até as falésias e nos divertimos tanto quanto da primeira vez.





Após o passeio, sentamos na mesa do restaurante para almoçar. Eu pedi a minha peixada de sempre, claro. Mas o  Lucio, que não gosta de peixe, pediu carne.

Depois do almoço voltamos para o centro de Maceió. Procuramos as bicicletas para passear mas não encontramos. Então sentamos perto daqueles quiosques de tapioca para lanchar e depois voltamos para o hotel, para descansar...